Sabia que quase 25% das empresas morrem antes mesmo de completar apenas 2 anos? E as que sobrevivem, mas fecham aos 4 anos de existência sobem para 50% as estatísticas. As razões, claro, são muitas e diversas. No entanto, sempre têm algo em comum: falta de planejamento financeiro. Mas calma! um bom Fluxo de Caixa pode ajudar a não fazer parte da estatística!
Confira agora 8 dicas para um bom Fluxo de Caixa!
Porque criar um Fluxo de Caixa?
A melhor razão que eu posso te dar é: tenho certeza que você não quer gastar dinheiro á toa e acabar falindo, ou quer? Então, o fluxo de caixa é importante justamente porque te dá uma visão clara da situação financeira da sua empresa!
Organização é necessária, porque saber quanto dinheiro entra e sai é muito mais importante do que simplesmente fazer anotações em caderninhos. São informações importantes, que servem de guia para decisões importantes.
Portanto, criar um bom Fluxo de Caixa é algo que merece atenção. Veja a seguir algumas dicas para fazer o seu Fluxo de Caixa sem erros!
1 – Não misturar com despesas pessoais
A primeira dica é não misturar as despesas. O que você gasta com você, ou seja, as despesas pessoais, não deve se misturar com os gastos da sua empresa!
Porque você vai começar a gastar com você quantias que deveriam ser voltadas ao seu negócio. E algumas vezes (quase 100% dos casos) o que acontece é que você gasta um dinheiro voltado à alguma despesa essencial da empresa, prejudicando muito a saúde financeira do seu negócio. O resultado, como pode imaginar, não é nada bom.
2 – Identificar despesas da empresa
A segunda dica é analisar cuidadosamente os gastos que a sua empresa tem. De preferência organizando em despesas essenciais e despesas variáveis.
Organize e separe suas despesas entre: essenciais, com os quais seu negócio não funcionaria corretamente se houvesse muitos cortes; variáveis, gastos com coisas com importância mediana ou baixa, como clipes de papel por exemplo.
Essa dica é importante porque é uma maneira de você poder observar, entre os gastos variáveis, o que pode ser mais supérfluo. Assim você faz pequenos cortes e economiza sem causar um grande impacto no desempenho da empresa.
3 – Dinheiro disponível no caixa
Saber quanto dinheiro tem no caixa é importante para determinar exatamente a situação financeira. Para isso subtraia todos os gastos e veja quanto você ainda terá disponível.
Não esqueça também que você deve incluir quaisquer fontes de renda, portanto investimentos também entram nessa listagem e organização.
4 – Observar contas a pagar e a receber
Uma parte muito importante é listar todas as despesas juntamente com as datas, para ter uma ideia clara de quando você terá uma quantia maior ou menor no seu caixa.
Também deve constar no Fluxo de Caixa, as quantias referentes a pagamentos pendentes por parte dos seus clientes. Isso te permite equilibrar o caixa ao monitorar as datas de entrada e saída de capital.
5 – Não atrasar pagamento
Atrasos acarretam juros e multas. Você acaba gastando muito mais se for deixando para pagar depois. Ter tudo devidamente anotado e registrado nos itens anteriores ajuda a não esquecer as datas desses pagamentos e evitar pagar a mais.
Além disso, ter o “nome sujo na praça” passa uma visão negativa do seu negócio para os seus fornecedores e para o mercado em si.
6 – Vigie a inadimplência dos clientes
Se você percebe através do apontamento nos itens anteriores que existem clientes inadimplentes, fique sempre vigilante e busque estratégias para contornar a situação. Uma solução seria facilitar o pagamento da dívida ou eliminar parte dos juros.
Também é importante se manter sempre aberto a negociações, para não perder o cliente.
7 – Faça negociação com o banco
Primeiro porque assim é possível que você veja se os valores coincidem com que você calculou. Segundo porque caso você tenha dívidas ou alguma pendência com o banco o melhor caminho é sempre a negociação!
8 – Use o fluxo de caixa para o planejamento
O Fluxo de Caixa te ajuda a elaborar um planejamento financeiro anual mais eficaz. Portanto, salve todas as informações, mês a mês, para no final ter algo mais realista para te guiar. Dessa maneira seu planejamento financeiro fica muito mais condizente com a sua realidade.
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